terça-feira, 20 de março de 2012

Era uma vez uma noite de boemia...

As Danas das noites de Arcoverde

 Nena Cajuina,uma das mulheres mais conhecidas da cidade e até hoje é dona de uma casa noturna muito frequentada.




Dona Maria do carmo(Docarmo) que é dona até hoje de uma casa noturna e Dona Francisquinha ex-dona de casa noturna. 

Nascidos e crescidos juntos, Malthus, Aramel e Roberto ficaram conhecidos em Santana dos Ferros como "os três mosqueteiros". Com o término do ensino médio, os três seguem juntos para Belo Horizonte. Malthus queria ser santo e ir para o Convento dos Dominicanos; Aramel queria ser artista de cinema em Hollywood e Roberto sonhava em fazer a revolução que mudaria o mundo.
Ao som de "Túnel do Amor", de Celly Campello, conhecemos Hilda Müller, que, pronta para se casar, desiste, após surpreendente revelação da cartomante Madame Janete, e vai parar num prostíbulo de Belo Horizonte. Cercada por prostitutas, vagabundos, travestis e cafetões, ela entra no Maravilhoso Hotel e passa a ocupar o quarto 304. Mas o que levou a rica Hilda Müller a transformar-se na prostituta Hilda Furacão? Dentro desse contexto, o frei Malthus sente que poderia realizar um milagre: exorcizar o demônio de Hilda Furacão.
Uma grande manifestação popular para acabar com os prostíbulos põe em confronto a sociedade defensora da moral e dos bons-costumes, liderados por Loló Ventura, e os habitantes do Maravilhoso Hotel, que se intensifica com as presenças de Maria Tomba-Homem e Cintura Fina. Aumenta o duelo entre Hilda e o frei Malthus. Um conflito que envolve até interesses políticos dos poderosos da região, como Tonico Mendes, o excêntrico dono do Hotel Financial, onde mora com sua onça de estimação, Tereza.
Na tentativa de recuperar a moral de Hilda, frei Malthus escuta de Padre Nelson, seu maior orientador religioso, que se quisesse realmente ser santo, deveria ficar longe do vinho e das mulheres. Padre Nelson revela o que todos já sabiam: havia amor entre Hilda e Malthus. Uma forte atração entre a virtude e a imoralidade . Mas, afinal, o amor também não pode ocorrer em todos?


Zona boemia de Arcoverde







Minha Boêmia
(Fantasia)

Lá ia eu, de mãos nos bolsos descosidos;
Meu paletó também tornava-se ideal;
Sob o céu, Musa! Eu fui teu súdito leal;
Puxa vida! A sonhar amores destemidos!

O meu único par de calças tinha furos.
- Pequeno Polegar do sonho ao meu redor
Rimas espalho. Albergo-me à Ursa Maior.
- Os meus astros nos céus rangem frêmitos puros.

Sentado, eu os ouvia, à beira do caminho,
Nas noites de setembro, onde senti tal vinho
O orvalho a rorejar-me as fronte em comoção;

Onde, rimando em meio à imensidões fantásticas,
Eu tomava, qual lira, as botinas elásticas
E tangia um dos pés junto ao meu coração!
Arthur Rimbaud







À noite, palavras sem nexo
Transcendem a sexo
Não falo, murmuro
Preparo o mergulho
No teu doce mar.
À noite, o quarto é escuro
Mas há um contra-senso
Um brilho intenso
A luz é tão forte
Que pode cegar
Dois corpos
Tochas lampejantes
Se fundem em um só corpo
Tão forte é o enrosco
Que faz delirar
Me perco, no tempo e no espaço
No teu doce abraço
Não sei o que façoÉ só frenesi
Me deixo levar... 


Raquel Pacheco iniciou seus esforços literários através de um blog, com o nome Bruna Surfistinha, onde comentava sua rotina como prostituta. Esse blog se popularizou entre os internautas, atingindo cerca de dez mil visitas mensais ao site. Neste blog, Raquel referia-se sobre preferências e costumes de sua vida noturna de uma maneira análoga aos diários comuns dos adolescentes.[4]
Depois de algum tempo como prostituta, Raquel conheceu seu futuro marido, João Correa de Moraes — ao qual ela se referia publicamente como "Pedro" ou "João Paulo". Após realizarem cerca de sete programas, João Correa abandonou a esposa para viver com Raquel. Nesta época, em 2006, no auge da fama de Raquel, ele chegou a fazer uma aparição pública no Programa do Jô.[5]
No dia 27 de abril de 2006 o jornal americano The New York Times publicou um artigo sobre o fenômeno, intitulado, em tradução livre, Aquela que controla seu corpo pode irritar seus compatriotas, assinado por Larry Rohter. O artigo comenta a popularidade do livro de Raquel Pacheco no Brasil

Raquel Pacheco foi adotada por uma familia, e aponta a descoberta deste fato como uma das causas para, aos 17 anos, fugir de casa, usar drogas e prostituir-se. Informa que nunca teve falta de bens materiais, e que gozava de boa educação, em colégios particulares.[6]
Atendia os clientes - em média quatro por dia, segundo ela mesma declarou no blog e no livro - sempre em bairros nobres de alguma cidade. Foram mais de três anos de atividade

Em 2005, ainda sob os auspícios da fama de seu blog, Surfistinha faz publicar um relato de sua vida. O livro, intitulado "O Doce Veneno do Escorpião — O Diário de uma Garota de Programa", seria uma descrição não-fictícia da vida como prostituta, escrito pelo jornalista Jorge Tarquini, que recolheu os depoimentos da garota para escrever a obra. Ali, o leitor encontra descrições de uma jovem prostituta que entrou num mundo, segundo ela, desconhecido, mas que se lhe tornou rotineiro:
Cquote1.svgTransas enlouquecidas, surubas, muitos homens (e mulheres) diferentes por dia, noites quase sem fim. O que pode ser excitante para muitas garotas como eu, na efervescência dos vinte anos, para mim é rotina. É meu dia-a-dia de labuta.Cquote2.svg
Rachel falando a respeito da jovem prostituta Bruna Surfistinha.[7]
Depois de lançado, o livro rapidamente alcançou a lista dos mais vendidos, com concorridas noites de autógrafos e lançamento em Portugal e na Espanha, além de ter várias tiragens. As vendagens atingiram a soma de 250 mil exemplares.[8]
No ano de 2006 um segundo livro de Raquel, "O que Aprendi com Bruna Surfistinha", lançado pela mesma editora Panda Books com texto do mesmo jornalista Jorge Tarquini, alcançou vendagem de 18 mil exemplares, considerado bom para o mercado brasileiro.[8]
No ano de 2007 é lançado o terceiro livro da série escrita por Raquel Pacheco, intitulado "Na cama com Bruna Surfistinha", na qual se tem material escrito especialmente para o público adulto, sendo que há inclusive a indicação etária na capa do mesmo.





Uma história de vida
Francisca Cavalcanti(Francisquinha) 

A origem do fenômeno da prostituição não tem data precisa na história da humanidade, mas foi nas civilizações avançadas da Antiguidade que se desenvolveu sob a forma tipicamente comercializada. Ao longo dos anos, assumiu novos contornos influenciados por condicionamentos econômicos, culturais e religiosos, apesar disso, sobre todos eles houve um denominador comum: a prostituição como uma alternativa simples e primitiva de luta da mulher pela sobrevivência.No Brasil,a prostituição é uma constante desde o período colonial.Nessa realidade, as mulheres que exerciam a prostituição eram vistas como pacificadoras da violência sexual, salvaguarda do casamento moderno e, ao mesmo tempo, taxadas de meretrizes” Para compreender o significado da prostituição neste período, é necessário lembrar do pano de fundo existente: a pobreza, que fazia do meretrício um ofício ou uma forma de trabalho ligada à sobrevivência. “A prostituta, carregada de preconceitos como herdamos hoje no Brasil, nasce do conflito entre as duas diferentes idéias e realidades de prostituição existentes: a meretriz de bordel (alto luxo e com aparente permissão para transgredir) e as prostitutas da Colônia que, por razões de sobrevivência, ingressavam nesta atividade.Pois é, aqui na cidade de Arcoverde na dec. de 60 a 80 a prostituição tinha total plenitude porém durante o decorrer do tempo e com o grito de igualdade sexual entre homens e mulheres as noites das casas noturnas de Arcoverde já não foram mais como antes,isso é bem claro e visível a todos da cidade pricipalmente os boemios.Tirei uma noite junto a uma ex-dona de casa noturna dona Francisca Cavalcanti  mais conhecida como dona Francisquinha ,que com bastante dedicação apresentou a min e minha amiga Pollyana a AV.José Bonifácio no bairro do São Cristovão,rua conhecida como do cabaré.Durante nosso passeio pela noite das casas noturnas de Arcoverde,dona Francisquinha falava das suas recordações quando saiu de casa aos 13 anos para ter mais liberdade e fazer de sua vida o que queria sem repreenção dos pais com total liberdade para tudo.Seu maior sonho na época era ser dona de uma casa noturna, porém de inicio começou como prostituta e depois de seis anos teve a oportunidade de montar a sua propria casa noturna com todo dinheiro juntado durante aqueles anos de trabalho na noite.Ao longo do tempo mesmo gerenciando e trabalhando em sua casa noturna teve vários amores e viu varias histórias de amor nascerem alí dentro de sua casa,homens que se apaixonavam pelas damas da noite e que fizeram delas suas senhoras.Uma história de amor que relatei foi da própria Francisquinha, que conheceu seu marido dentro da sua casa noturna e mesmo em suas atividades viveram durante 17 anos e desse relacionamento veio uma filha, mas hoje já separada do seu marido afirma que não precisa de mais nada para ser feliz muito menos a companhia de um homem e que sexo não lhe faz falta.Cansada desse mundo de prostituição no dia 14 de dezembro de 2005 decidiu que não queria mais viver nessa vida e parou completamente com sua casa noturna.
Hoje dona francisquinha aos seus 61 anos, diz sem saudades;“Era uma vida dura e muito sofrida,cheia de preconceitos mas ganhava-se um bom dinheiro na década de 60 até meiados de 90,coisa que hoje em dia já não se ganha mais como antes e o sofrimento de hoje é muito maior por conta dos declínios do tempo,das drogas e a evolução sexual.e se  eu pudesse voltar ao passado já mais queria viver novamente essa vida de prostituição pois é uma vida muito sofrida sem paz,totalmente destrutiva, tudo passa e a juventude é fugaz ,por isso espero que fique bem claro meu recado para as pessoas que tem a prostituição como idéia de vida ainda hoje,pois a prostituição é uma ilusão, nada se constrói de bom e tudo passa tão rápido que o dinheiro não paga as marcas que ficam no coração e por pior que seja qual quer trabalho é melhor que ser uma prostituta.” 

Eu,Francisquinha e Poliana uma amiga que me acompanhou.

Vera,Popo e Fracisquinha.
Vera e Sandro,casados e donos de uma das casas noturnas da zona boemia de Arcoverde.



ATENÇÃO:
O preservativo é um método contraceptivo do tipo barreira.
Este é o método contraceptivo mais utilizado em todo o mundo, que ajuda não só no planejamento familiar como também reduz o risco de transmissão de diversas DSTs. É feito de látex ou poliuretano e geralmente vem já lubrificado, existindo em várias cores, aromas e tamanhos. Deve estar presente durante todo o ato sexual: deve colocar-se antes de iniciar a penetração e retirar-se depois da ejaculação, antes que o pénis perca a ereção.
Apesar de ser o método mais eficiente contra a transmissão do vírus HIV (causador da epidemia da SIDA), o uso de preservativo não é aceito pela Igreja Católica Romana, pelas Igrejas Ortodoxas e pelos praticantes do Hinduísmo.



Eu Vou Tirar Você Desse Lugar.
Odair José.

Olha, da primeira vez que eu estive aqui
foi só pra me distrair
eu vim em busca de amor

Olha, foi então que eu le conheci
naquela noite fria
nos seus braços meus problemas esqueci

Olha, a segunda vez que eu estive aqui
Já não foi pra distrair
Eu senti saudade de você

Olha, eu precisei do seu carinho
eu me sentia tão sozinho já não podia mais le esquecer

Eu vou tirar você desse lugar
eu vou levar você pra ficar comigo
e não me interessa o que os outros vão pensar
2x

Eu sei que você tem medo de não dar certo
pensa que o passado vai estar sempre perto
e que um dia eu posso me arrepender

E eu quero que você não pense em nada triste
pois quando o amor existe
não existe tempo pra sofrer

Eu vou tirar você desse lugar
eu vou levar você pra ficar comigo
e não me interessa o que os outros vão pensar.





Conceito de prostituição

A sensibilidade sobre o que se considera prostituição pode variar dependendo da sociedade, das circunstâncias onde se dá e da moral aplicável no meio em questão.
A prostituição é reprovada em diversas sociedades, devido a ser contra a moral dominante, à possível disseminação de doenças sexualmente transmissíveis (DST) , por causa de adultério, e pelo impacto negativo que poderá ter nas estruturas familiares (embora os clientes possam ser ou não casados).
Na cultura silvícola de algumas regiões, inclusive no interior da Amazônia, Brasil, e em algumas comunidades isoladas, onde não há a família monogâmica, não existe propriedade privada e por conseguinte não existe a prostituição: o sexo é encarado de forma natural e como uma brincadeira entre os participantes. Já onde houve a entrada da civilização ocidental o fenômeno da prostituição passa a ser observado com a troca de objetos entre brancos e índias em troca de favores sexuais

Apesar de fortemente disseminada no senso comum, a ideia de que a prostituição seja a profissão mais antiga do mundo não encontra qualquer fundamento histórico ou antropológico, visto que os mais antigos registros de atividades humanas revelam as mais variadas especializações como agricultura e caça, mas raramente revelam indícios de prostituição, que normalmente exige um contexto social posterior.
Posteriormente, ainda na antiguidade, em muitas civilizações já desenvolvidas, a prostituição era praticada por meninas como uma espécie de ritual de iniciação quando atingiam a puberdade.
No Egito antigo, na região da Mesopotâmia e na Grécia, via-se que a prática tinha uma ritualização. As prostitutas, consideradas grandes sacerdotisas (portanto sagradas), recebiam honras de verdadeiras divindades e presentes em troca de favores sexuais

Mais adiante, na época em que a Grécia e Roma polarizaram o domínio cultural, as prostitutas eram admiradas, porém tinham que pagar pesados impostos ao Estado para praticarem sua profissão; deveriam também utilizar vestimentas que as identificassem, pois caso contrário eram severamente punidas.
Na Grécia, existia um grupo de cortesãs, chamadas de hetairas, ou heteras, que frequentavam as reuniões dos grandes intelectuais da época. Eram muito ricas, belas, cultas e consideradas de extrema refinação; exerciam grande poder político e eram extremamente respeitadas.
A prostituição era severamente reprimida dentro da cultura judaica. Segundo a lei mosaica, as prostitutas poderiam ser sujeitas a penas severas até com a morte. No entanto, verifica-se que na prática houve situações de tolerância, como se vê na história de Raabe contada no livro de Josué durante a conquista de Jericó.

Durante a Idade Média houve a tentativa massiva de eliminar a prostituição, impulsionada em parte pela moral cristã mas também no grande surto de DSTs (principalmente sífilis). Em contrapartida, havia o culto ao casamento cortês, onde a política e a economia sobrepujavam aos sentimentos, e as uniões eram arranjadas somente por interesse (que por si só já poder-se-ia considerar como prostituição), reforçam ainda mais a prostituição. Em muitas Cortes, o poder das prostitutas era muito grande: muitas tinham conhecimento de questões do Estado, tanto que a prostituição passou a ser regulamentada.
Quando houve a Reforma religiosa no século XVI, o puritanismo começou a influir de forma significativa na política e nos costumes. Somada a este evento, como já mencionado, aconteceu uma grande epidemia de doenças sexualmente transmissíveis. A Igreja Católica enfrentou frontalmente o problema da prostituição, lançando mão de recursos teológicos (dogmas, tradição e textos Bíblicos). Com a ação da Igreja Católica e das igrejas protestantes que surgiam a prostituição foi relegada a uma posição de clandestinidade, apesar da persistência de algumas cortesãs nas cortes Europeias e de suas colônias.
Com o advento da Revolução Industrial, houve um crescimento na prostituição. As mulheres de então passaram a somar à força de trabalho, e como as condições eram desumanas, muitas passaram a prostituir-se em troca de favores dos patrões e capatazes, expandindo novamente a prostituição e o tráfico de mulheres. Somente em 1899 aconteceram as primeiras iniciativas para acabar com a escravidão e exploração sexual de mulheres e meninas. Vinte e dois anos mais tarde, a Liga das Nações mobilizou-se para tentar erradicar o tráfico para fins sexuais de mulheres e crianças.

A ONU, em 1949, denunciou e tentou tomar medidas para o controle da prostituição no mundo. Desde o início do século XX, os países ocidentais tomaram medidas visando a retirar a prostituição da atividade criminosa onde se tinha inserido no século anterior, quando a exploração sexual passou a ser executada por grandes grupos do crime organizado; portanto, havia a necessidade de desvincular prostituição propriamente dita de crime, de forma a minimizar e diminuir o lucro dos criminosos. Dessa forma as prostitutas passaram a ser somente perseguidas pelos órgãos de repressão se incitassem ou fomentassem a atividade publicamente.
Com a disseminação de medidas profiláticas e de higiene e o uso de antibióticos, o controle da propagação de doenças sexualmente transmissíveis (DST) e outras enfermidades correlatas à prostituição parecia próximo até meados da década de 1980 no século XX, porém, a AIDS tornou a prostituição uma prática potencialmente fatal para prostitutas e clientes, havendo no início da enfermidade uma verdadeira epidemia.

Modernamente, com as doenças sexualmente transmissíveis, (DST), entre as quais a SIDA (AIDS em inglês), a prática da prostituição recebeu um golpe. Foi necessária a intervenção estatal para o controle e prevenção das doenças, que atingiram níveis de epidemia no final do século XX, início do século XXI, extinguindo boa parte da população de risco (pois são enfermidades fatais aos clientes e prostitutas).
Apesar das tentativas de órgãos de saúde pública em todo o mundo na prevenção a estas doenças, em regiões mais pobres do planeta, miséria e prostituição são palavras praticamente sinônimas.
Nas regiões mais pobres a miséria, a prostituição, o tráfico de drogas e as DST se entrelaçam. No Brasil a prostituição infantil é comum nas camadas mais pobres dos grandes centros urbanos. Nas capitais do Nordeste em especial, existe o turismo sexual, onde crianças de ambos os sexos são recrutadas para satisfazer os desejos de pedófilos provindos de todas as partes do mundo, em especial dos Estados Unidos e da Europa.
Alguns países já reconhecem legalmente a prostituição como profissão, a exemplo da Alemanha.
Com a popularização dos novos meios de comunicação em massa, novas formas de prostituição se verificaram, como o "sexo por telefone" e sites onde o sexo é vendido em filmes, em imagens, em web cams ao vivo etc., criando uma nova forma da atividade: a "prostituição virtual.

No Brasil, numa pesquisa do Ministério da Saúde e da Universidade de Brasília indica que, no segundo semestre de 2005, quase quarenta por cento das prostitutas estavam na profissão há, no máximo, quatro anos, fato que indicaria um alto grau de abandono da profissão. Já o Centro de Educação Sexual, uma ONG que realiza trabalhos com garotas e garotos de programa do Rio de Janeiro e Niterói, diz que a maioria se prostitui para sobreviver e que muitas sonham em encontrar um amor. [carece de fontes?]
A atividade de prostituição no Brasil em si não é considerada ilegal, não incorrendo em penas nem aos clientes, nem às pessoas que se prostituem. Entretanto, o fomento à prostituição e a contratação de mulheres para atuarem como prostitutas é considerado crime, punível com prisão.
Enquanto muitas garotas de programa são exploradas por agenciadores, outras tornam-se independentes, divulgando seu próprio trabalho em classificados de jornais e classificados online, como em alguns sites na internet. Em ambos os casos, a anunciante deve fornecer documento de identidade, para que seja comprovada a maioridade da anunciante e a veracidade das informações contidas no anúncio. O que não ocorre na rua, onde menores de idade podem ser vítimas da indústria do sexo.

A atividade de prostituição entre adultos em Portugal não é considerada ilegal por si só, não incorrendo em penas nem aos clientes, nem às pessoas que se prostituem. No entanto, o fomento à prostituição ou a recolha de lucros pela actividade de prostituição de terceiros é considerado crime de lenocínio, punível com prisão.
Embora estas leis tenham sido pensadas inicialmente para protegerem mulheres da exploração sexual por parte de terceiros, na prática invalidam também que as pessoas que se dedicam à prostituição se possam organizar entre si, quer em grupos de apoio (excepto em situações específicas em que seja claro que não há nenhuma promoção da prostituição), quer para coordenação comercial.

Prostituição na Internet

Hoje, são cada vez mais comuns os sites que divulgam o trabalho de garotas de programa e garotos de programa. Muitos optam por construir blogs próprios a fim de evitarem os pagamentos mensais, quinzenais ou até semanais para a divulgação de suas fotos em site especializados.










A prostituição pode ser definida como a troca consciente de favores sexuais por interesses não sentimentais, afetivos ou prazer. Apesar de comumente a prostituição consistir numa relação de troca entre sexo e dinheiro, esta não é uma regra. Pode-se trocar relações sexuais por favorecimento profissional, por bens materiais (incluindo-se o dinheiro), por informação, etc.

Laura Muriçoca já falecida vitima de cancer de mama ,era tida como uma das mulheres mais bonitas que trabalhava nas noites de Arcoverde e também tia de Francisquinha.   


Zélia,ex dama e dona de casa noturna.

Obs;Este arquivo foi cedido pela "BODEGA DA POESIA".


Agradecimentos:

Primeiramente, agradeço a Deus por ter me dado a oportunidade de estar no mundo.
Aos amigos Pollyana Lopes que fez todas as fotos ,Fernamdo da bodega da poesia e sua dedicação , que me "aturam"por dias.
Aos amigos internautas, adquiridos nas noites e madrugadas insones e, hoje, conhecidos pessoalmente, deixamos de ser os estranhos do outro lado do computador...
Tenho muito a agradecer e a muitas pessoas. Não cito nomes para não ser injusta com pessoas que me auxiliaram até onde já cheguei...
Meus agradecimentos especiais a: 

Todos que fazem as noites de Arcoverde e as  mulheres donas das  casas noturnas e as garotas que trabalham nas noites, pelo respeito e colaboração.
E claro a Dona Francisca Cavalcanti (Francisquinha) e Dona Nena Cajuina pela amizade, companheirismo, dedicação e sinceridade nas palavras;
A todos que colaboraram direta ou indiretamente para a concretização deste trabalho. Para vocês, ofereço esta página...
Que os versos do dia-a-dia formem os mais belos poemas da poesia da vida...
Muito obrigada a todos!

Shirley Maciel de Aguiar.










sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Perguntaram ao Dalai Lama...
" O que mais te surpreende na humanidade?"
E ele respondeu:
"Os homens... porque perdem a saude para ganhar dinheiro, depois perdem o dinheiro para recuperar a saude.
E por pensarem anciosamente no futuro, esquecem do presente de tal forma que acabam por não viver nem o o presente nem o futuro.
E vivem como se nunca fossem morrer...
... e morrem como se nunca tivessem vivido".
 

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Já passei noites chorando até pegar no sono, já fui dormir tão feliz ao ponto de nem conseguir fechar os olhos... Já amei pessoas que me decepcionaram, já decepcionei pessoas que me amaram...
Já passei horas na frente do espelho tentando descobrir quem sou.
Já tive tanta certeza de mim... ao ponto de querer sumir... 
Já sorri chorando lágrimas de tristeza, já chorei de tanto rir...
Já acreditei em pessoas que não valiam a pena, já deixei de acreditar nas que realmente valiam...
Já tive crises de riso quando não podia...
Já senti muita falta de alguém, mas nunca lhe disse...
Já gritei quando deveria calar, já calei quando deveria gritar...
Já contei piadas e mais piadas sem graça, apenas para ver um amigo mais feliz...
Já tive medo do escuro, hoje no escuro “me acho... me agacho... fico ali”...
Já caí inúmeras vezes achando que não iria me reerguer, já me reergui inúmeras vezes achando que não iria mais cair... Já chamei pessoas próximas de “amigo” e descobri que não eram; algumas pessoas nunca precisei chamar de nada e sempre foram e serão especiais pra mim... Não me dêem formulas certas, porque eu não espero acertar sempre...
Não me façam ser o que eu não sou, não me convidem a ser igual, porque eu sinceramente sou
diferente... Não sei amar pela metade, não sei viver de mentiras, não sei voar com os pés no chão...
Sou sempre eu mesma, mas com certeza não
serei eu mesma para sempre...
“Se algum dia alguém lhe perguntar quem sou eu... Diga que sou intimamente conhecida,que me amou ou odiou pelos meus olhos. Pois neles estão todas
as minhas verdades.”


Quem sabe um dia.


Quem Sabe um Dia
Quem sabe um dia
Quem sabe um seremos
Quem sabe um viveremos
Quem sabe um morreremos!

Quem é que
Quem é macho
Quem é fêmea
Quem é humano, apenas!

Sabe amar
Sabe de mim e de si
Sabe de nós
Sabe ser um!

Um dia
Um mês
Um ano
Um(a) vida!

Sentir primeiro, pensar depois
Perdoar primeiro, julgar depois
Amar primeiro, educar depois
Esquecer primeiro, aprender depois

Libertar primeiro, ensinar depois
Alimentar primeiro, cantar depois

Possuir primeiro, contemplar depois
Agir primeiro, julgar depois

Navegar primeiro, aportar depois
Viver primeiro, morrer depois

Lendo com o coração

Quem tentar possuir uma flor, verá sua beleza murchando. Mas quem apenas olhar uma flor num campo, permanecerá para sempre com ela. Você nunca será minha e por isso terei você para sempre.
Paulo Coelho